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O Museu


Em 1978, Alaur da Matta (arqueólogo amador e professor de marcenaria), Luiz Antonio Nogueira (arqueólogo amador e bancário), José Pedro Miranda (jornalista e historiador) e Fausto Pires (professor e historiador) criaram o Museu Histórico Pedagógico de São Simão, que durante 10 anos funcionou em diferentes casas, realizando exposições itinerantes.

Somente em 27 de outubro de 1988, com a concessão de uso pela Prefeitura Municipal do prédio da antiga Escola Normal, construída em 1923, foi aberto o Museu Histórico Simonense.


Ao todo, são mais de 9.000 peças que compõe o acervo, entre materiais arqueológicos, históricos, documentos, fotografias, mapas, obras de arte, instrumentos, ferramentas e muitos outros artefatos.

A biblioteca possui aproximadamente 8.000 livros e está, juntamente com outras áreas do museu, em processo de reorganização, o que não impede sua consulta pelos visitantes.

O Museu também é um centro de pesquisas da região. Tendo sido a cidade de São Simão o ponto de partida da ocupação e desenvolvimento do que hoje é chamada de região metropolitana de Ribeirão Preto, o Museu abriga em seu acervo uma grande quantidade de documentos históricos de valor imensurável.


A Fundação Cultural Simonense, associação sem fins lucrativos que detém o acervo, foi uma iniciativa de Fausto Pires de Oliveira, José Pedro Miranda, Alaur da Matta, Luiz Antônio Nogueira, em 23 de julho de 1978 e passou administrar o Museu Histórico Simonense. Eles iniciaram a coleta do acervo por volta de 1945, acondicionando este material em suas residências.


Em outubro de 1988 a prefeitura Municipal de São Simão cedeu o prédio da antiga Escola Normal para instalação do Museu, com a morte de um dos seus fundadores em 1993 o museu recebeu o nome de Museu Histórico Simonense “Alaur da Matta”. O museu é uma das principais referências acerca da cultura simonense no Estado, fortalecendo assim, a identidade cultural da comunidade. O museu busca resgatar sua história através da pesquisa, preservação e difusão de seu patrimônio histórico e cultural. Em 1978, Alaur da Matta (arqueólogo amador e professor de marcenaria), Luiz Antonio Nogueira (arqueólogo amador e bancário), José Pedro Miranda (jornalista e historiador) e Fausto Pires (professor e historiador) criaram o Museu Histórico Pedagógico de São Simão, que durante 10 anos funcionou em diferentes casas, realizando exposições itinerantes.


Ocupando uma área construída de 797 m², o museu é uma das principais referências acerca da cultura simonense, imigrante e arqueológica do Estado de São Paulo.

Em 1991, com a morte de um de seus principais patronos e idealizadores, o museu foi rebatizado com o nome de Museu Histórico Simonense "Alaur da Matta".

Administrado pela FUNCUS (Fundação Cultural Simonense), o museu busca fortalecer a identidade cultural da comunidade e resgatar a história do povo de São Simão e região através da pesquisa, preservação e difusão de seu patrimônio histórico e cultural.

O museu atualmente conta com 5 salas de exposição, sendo 3 delas permanentes, além de uma área externa.

Sala Arqueologia Simonense

Uma das três salas de exposição permanente, possui em seu acervo evidências materiais da ocupação humana anterior à colonização do Brasil.

Estão expostos materiais líticos, como pontas de flecha e machados polidos, e também materiais cerâmicos, como uma urna funerária Tupi, todos encontrados no município de São Simão.

Além disso, há um espaço para o desenvolvimento da arqueologia experimental junto aos visitantes para que possam ter a experiência do processo de confecção de materiais líticos através do lascamento.

Por fim, painéis e artefatos recentes permitem uma compreensão etnográfica da cultura indígena brasileira.

Sala Imigração

Outro espaço de exposição permanente, possui um rico acervo de móveis, utensílios domésticos, ferramentas e outros artefatos e objetos que remetem ao período em que imigrantes italianos e alemães ajudaram a participar da colonização da cidade de São Simão.

É possível viajar no tempo e conhecer um pouco mais dos hábitos, das profissões e do cotidiano do final do século XIX e início do século XX.

Sala Revolução de 1932

A Revolução de 1932 foi um grande marco na história paulista e brasileira em que, estando discordantes do governo instaurado pela Revolução de 1930 por Getúlio Vargas, paulistas pegaram em armas com o objetivo de que a Constituição se fizesse respeitada.

Mesmo não vencendo o combate, a Revolução de 1932 marcou o processo de redemocratização e de mudanças políticas que levaram a criação da Constituição de 1934.

O município de São Simão participou do conflito e, por conta disso, uma ala do museu é dedicada a este importante evento histórico nacional.

Auditório, Reserva Técnica e Biblioteca

Ainda, o museu conta com um auditório, uma reserva técnica e uma biblioteca.

O Auditório do museu é um espaço utilizado para usos diversificados, recebendo exposições temporárias e propiciando também um local para debates, palestras e ações culturais como saraus, recitais e lançamentos de livros. É um espaço que pretende criar com os cidadãos de São Simão e os turistas uma outra forma de se relacionar com o museu, fomentando assim o diálogo, o conhecimento e a cultura.

Por sua vez, a reserva técnica possui um extenso acervo fotográfico, cartográfico e documental da cidade de São Simão e região, além de inúmeras peças arqueológicas, históricas e do cotidiano da vida doméstica e profissional de um passado não tão distante. Mediante solicitação prévia e justificada, tal reserva técnica pode ser acessada por estudantes e pesquisadores.

Ao todo, são mais de 9.000 peças que compõe o acervo, entre materiais arqueológicos, históricos, documentos, fotografias, mapas, obras de arte, instrumentos, ferramentas e muitos outros artefatos.

A biblioteca possui aproximadamente 8.000 livros e está, juntamente com outras áreas do museu, em processo de reorganização, o que não impede sua consulta pelos visitantes.

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